Antes da primeira aplicação existe uma política escrita: faixas de alocação, liquidez mínima, horizonte de cada objetivo. A carteira vem depois e presta contas a ela, trimestre a trimestre.
Role a página devagar. A borda de baixo da tela não corta o texto em linha reta: ele vai perdendo o foco nos últimos centímetros, como uma lente com pouca profundidade de campo.
Quem recomenda não ganha com o produto recomendado. A taxa é acordada antes, sobre o patrimônio sob consultoria, e aparece no mesmo relatório que mostra a carteira.
A custódia fica na instituição que a família já usa. Muda quem decide a alocação e a quem essa pessoa responde — o dinheiro não sai de onde está.
Três sócios assinam cada política de investimento, e nenhuma é alterada sem o registro de quem pediu, quando e por quê.
Uma reunião por trimestre com a carteira inteira na mesa, um relatório mensal em linguagem de gente, e um telefone que atende quando o mercado faz barulho.
Nada disso é diferencial: é o mínimo que alguém deveria receber de quem cuida do patrimônio da família. O diferencial é fazer sempre, inclusive nos trimestres em que não há nada de novo para contar.
Esta dobra vem depois do último filho do trecho. A faixa parou no lugar dela, logo acima, e o que está aqui embaixo chega à borda da tela sem desfoque nenhum.
Liberta Consultoria de Investimentos. Consultoria de valores mobiliários registrada na CVM. Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. Texto ilustrativo do preview — o rodapé real é o da página que consome a peça.