O caminho é o mesmo para toda família que atendemos, e você sabe em que ponto dele está. Os prazos ao lado de cada etapa são estimativas de calendário e variam com a complexidade do patrimônio.
Levantamos o que existe hoje: patrimônio consolidado nas instituições em que ele já está, estrutura familiar, compromissos de liquidez e o que foi contratado antes de nós. Nada é recomendado nesta etapa — o objetivo é enxergar o conjunto de uma vez.
Um documento escrito fixa faixas de alocação por classe, limites de risco, a liquidez que a família precisa manter disponível e o horizonte de cada objetivo. É ele que orienta as decisões seguintes — as nossas e as suas.
A carteira é montada dentro das faixas aprovadas, na custódia que já é sua. Cada movimentação passa por você antes de acontecer, e a remuneração do assessor é a taxa previamente acordada — não a operação executada.
Relatório consolidado de todas as instituições, no mesmo formato todo mês, para que a comparação entre um mês e outro seja leitura e não trabalho. Entre um relatório e o seguinte, o assessor continua acessível: mudança de vida raramente espera a data do comitê.
A política volta à mesa: o que mudou na família, na empresa e no cenário, e o que disso pede ajuste de faixa. A revisão sai de lá registrada — decisão datada, com o motivo escrito ao lado, e não conversa solta.
Prazos estimados, contados a partir da assinatura do contrato de assessoria. Variam com a quantidade de instituições envolvidas e com a estrutura societária da família.
Este bloco não faz parte do componente. Ele existe para que a última etapa da linha do tempo consiga cruzar a linha de leitura, como cruzaria numa página de verdade.
A dobra que vem depois de uma linha do tempo costuma ser a chamada para conversa, o time ou o rodapé — qualquer uma delas dá altura de sobra.